A Estação mais colorida do ano já está visivel na capital, é possivel ver em parques como o Parque Marinha do Brasil, o maior do estado, localizado em frente ao hotel, uma inumera quantidade de árvores floridas. Também onde está visivel a estação é no Parque Farroupilha.
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Flores da Primavera em Porto Alegre
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011
POVO GAÚCHO
O povo gaúcho valoriza muito sua
história e costuma exaltar a coragem e a bravura de seus antepassados,
expressando, por meio de suas tradições, seu apego à terra e seu amor à
liberdade.
O Chimarrão, legado da cultura indígena
Guarani, constituiu-se na bebida típica do Rio Grande do Sul. Também conhecido
como mate amargo, o chimarrão é o símbolo da hospitalidade e da amizade do
gaúcho. Preparado em uma cuia e sorvido por meio de uma bomba, a bebida resulta
da infusão da erva-mate, planta nativa das matas sul-americanas.
Nos primórdios da história do Rio Grande
do Sul, o gaúcho não dispunha de domicílio definido, era caçador, coureador, um
índio ou mestiço que andava de estância em estância, desempenhando serviços
executados a cavalo, o que transparecia no seu modo de vestir. Neste período,
surgiram duas classes sociais distintas, de acordo com as condições
sócio-econômicas da época: o estancieiro, de condições financeiras favoráveis e
que vestia um traje de origem européia chamado BRAGAS; e o peão, domador de
gado que adotou, como proteção para o trabalho, a utilização de dois palas - um
enfiado na cabeça e outro enrolado na cintura, tipo saia, conhecido como
CHIRIPÁ PRIMITIVO.
Num segundo momento da história do Rio
Grande do Sul, o estancieiro, ou charqueador, tornou-se um homem ocupado com o
comércio de couros e outros produtos derivados do gado. Ele também vestia-se à
moda européia, usando o traje conhecido como do CHARQUEADOR, composto por botas
russilhonas ou "granaderas" levantadas, e calças por dentro das
botas, tendo estas um recorte triangular na braguilha. O peão, que passou a ser
mais procurado e sua destreza na lide campeira, vestia dois palas, um enrolado
por entre as pernas e outro enfiado ao pescoço, usando o conhecido CHIRIPÁ
FARROUPILHA.
A terceira época da história econômica
do Rio Grande do Sul é marcada por transformações que alteraram a vida do
gaúcho no campo. O peão tornou-se o empregado rural, enquanto o fazendeiro
aprimorava suas habilidades empresariais. Novas técnicas, nacionais e
internacionais foram adaptadas visando o desenvolvimento dos negócios
agropecuários no Rio Grande. O gaúcho deste período caracteriza-se pelo uso da
BOMBACHA, indumentária confortável e livre, bem de acordo com os seus hábitos
campeiros. Como vemos na imagem abaixo:
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Revolução Farroupilha
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
10º FEIRA DE TROCA DE LIVROS DE PORTO ALEGRE
No próximo dia 25, acontece no
Parque Farroupilha (Redenção) a 10ª Edição da Feira Troca de Livros, das 10h às
17h. A feira reúne parte do seu acervo e de mais 15 bibliotecas da região
metropolitana. Com participação estimada de 10 mil pessoas, a feira propõe
estimular a circulação dos livros.
A feira não comercializa livros. Para
participar é necessário que se levem livros para troca. O evento é organizado
pela Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre, através da Biblioteca
Pública Municipal Josué Guimarães, com apoio da Procempa. Será montada uma
estrutura coberta, para proteção em caso de chuva.
10ª Feira de Troca de Livros de Porto Alegre
Data: 25 de setembro, Domingo
Horário: das 10h às 17h.
Local: Parque Farroupilha (Redenção) - junto ao Monumento ao
Expedicionário.
Informações: 3289 8079 / 3289 8078.
Contato: bibliot@smc.prefpoa.com.br
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010
PARQUE FARROUPILHA OU REDENÇÃO?

O Parque Farroupilha, também conhecido como Parque da Redenção, é o parque mais tradicional e popular de Porto Alegre, sendo um local tradicionalmente visitado pelos porto-alegrenses nas horas de descanso, seja para praticar esportes ou simplesmente tomar um chimarrão com a família.
Doado a cidade em 24 de outubro de 1807 pelo governador Paulo José da Silva Gama, o local foi inicialmente chamado de Potreiro da Várzea ou Campos da Várzea do Portão, passando mais tarde a denominar-se Campos do Bom Fim, devido a proximidade da Igreja do Nosso Senhor do Bom Fim (1867) e das festas que ali se realizavam. Em 9 de setembro de 1884, a Câmara propôs a denominação de Campos de Redenção em homenagem à libertação dos escravos do terceiro distrito da Capital. Deste momento o nome passou a ser oficialmente Parque da Redenção, ou somente Redenção, como os portoalegrenses chama até hoje.
O primeiro ajardinamento ocorreu em 1901, quando já existiam na área do parque a Escola Militar (1872) e a Escola de Engenharia (1896).
Com a Exposição Comemorativa do Centenário da Revolução Farroupilha, em 1935, o parque tornou-se Parque Farroupilha, pois o evento transitório efetivou a ocupação total deste espaço. No dia 19 de setembro de 1935, Campos da Redenção recebeu a denominação de Parque Farroupilha, através do decreto municipal 307/3.
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Até hoje em todos mapas da cidade consta o nome Parque farroupilha, porém toda população ainda chama de redenção, sendo que muitos ainda desconhecem o nome Farroupilha.
Os recantos Jardim Alpino, Jardim Europeu e Jardim Oriental foram implantados em 1941. Em 1978 foi criado o Brique da Redenção e em 1997 efetuado o tombamento do Parque como Patrimônio Histórico e Cultural de Porto Alegre.
Na área do parque, existem diversos serviços, como Parque de Diversões, passeios de Trenzinho e Pedalinhos, Mercado do Bom Fim (onde há lojas de conveniências e lancherias), Café do Lago, Posto da Brigada Militar e Feira Ecológica (aos sábados pela manhã) .
Além de diversos recantos, como Orquidário, Mini Zôo, Recanto Alpino, Recanto Oriental, Recanto Europeu, Solar, Fonte Luminosa , Espelho d’água e Auditório Araújo Viana, o parque conta ainda com 38 monumentos, com destaque para o Monumento ao Expedicionário.
O mais famoso evento ocorre todos os domingos das 9h00 as 17h00, o BRIQUE DA REDENÇÃO. Com mais de 28 anos de vida, já se tornou ponto certo nos domingos de Porto Alegre. Cerca de 300 expositores ali vendem artesanato, antigüidades, artes plásticas e alimentos.
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| Brique |
Para os não-gaúchos, o termo brique tem dois significados aqui em Porto Alegre:
1 – “Brique” significa uma loja em que móveis usados são vendidos. Já vi a palavra também grafada como brick, mas em nada tem a ver com o termo “tijolo”, em inglês. A propósito, nos Estados Unidos há também lojas de móveis usados chamadas de “thrift stores”.
2 – “Brique” também significa “mercado das pulgas”, ou “flea market”, em inglês. É essa a acepção que “brique” assume no nome "Brique da Redenção”.
1 – “Brique” significa uma loja em que móveis usados são vendidos. Já vi a palavra também grafada como brick, mas em nada tem a ver com o termo “tijolo”, em inglês. A propósito, nos Estados Unidos há também lojas de móveis usados chamadas de “thrift stores”.
2 – “Brique” também significa “mercado das pulgas”, ou “flea market”, em inglês. É essa a acepção que “brique” assume no nome "Brique da Redenção”.
O Millenium Flat está a 10 minutos de carro do Parque Farroupilha.
| Espelho d´água |
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